IE - nº 26 - Expectativas de mercado - junho.2019
A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (17/06), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021. Uma análise detalhada está disponível no documento em anexo.
Informe elaborado pela GETEC - Ocepar com base no Boletim Focus de 14 de junho de 2019 - Bacen.
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A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado mensal contendo o histórico das projeções macroeconômicas para o Brasil, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2025. Lembramos que o Boletim Focus é uma publicação do Banco Central do Brasil, que traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das previsões para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As previsões são do mercado, não do Banco Central. O presente informe da Ocepar apresenta um histórico destas projeções semanais com a finalidade de observação do comportamento dos indicadores ao longo do ano, que variam semanalmente conforme as previsões do mercado. Informe elaborado pela GETEC - Ocepar e indica o histórico das projeções macroeconômicas, por data publicada no Boletim Focus do Banco Central.
A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (13/12), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023. O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, no período de um ano. Ele é um indicador de fluxo de novos bens e serviços finais produzidos durante um período, por exemplo, se um país não produzir nada em um ano, o seu PIB será nulo, por isso ele é um indicador importante para a avaliação do desempenho da economia. A projeção para o PIB do país diminuiu com relação à projeção da semana passada, ou seja, em 2021 o país deve crescer 4,65%, um crescimento superior ao de 2020. O IPCA é um índice criado para medir a variação de preços do mercado para o consumidor final, e representa o índice oficial da inflação no Brasil. A projeção para o IPCA (inflação) para o ano de 2021 ficou em 10,05 % a.a, abaixo da projeção da semana passada, ficando acima dos limites da meta estabelecida pelo governo. A Selic é a taxa básica de juros da economia no Brasil, utilizada no mercado interbancário para financiamento de operações com duração diária, lastreadas em títulos públicos federais. A projeção para a taxa SELIC não variou com relação à projeção da semana passada, devendo encerrar o ano de 2021 em 9,25% a.a. A taxa de câmbio é uma relação entre moedas de dois países que resulta no preço de uma delas medido em relação à outra. Além de expressar quantitativamente a condição de troca entre duas moedas, ela expressa as relações de troca entre dois países. O câmbio é uma das variáveis macroeconômicas mais importantes, sobretudo para as relações comerciais e financeiras de um país com o conjunto dos demais países. A projeção para a taxa de CÂMBIO aumentou com relação à projeção da semana passada, devendo encerrar o ano de 2021 em R$ 5,59 / dólar. Informe elaborado pela GETEC - Ocepar com base no Boletim Focus de 10 de dezembro de 2021 - Bacen.
No ano de 2025, o Brasil foi surpreendido mais de uma vez com o anúncio de tarifas para a entrada de produtos brasileiros nos EUA. Em abril de 2025, o governo dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, anunciou tarifas destinadas a setores estratégicos de países tidos como concorrentes ou com relações comerciais desequilibradas com os EUA. O Brasil, maior economia da América Latina e grande player do agronegócio global, foi no momento taxado com 10%. Em julho, um novo anuncio por meio de carta direta ao presidente Lula, eleva esses valores para 50% com entrada em vigor prevista para 1º. de agosto. No final do mesmo mês, cerca de 700 produtos foram excluídos da lista, levando ao setor produtivo a necessidade de avaliar os impactos, agora com entrada em vigor adiada para o dia 06 de agosto.
O Informe Agrícola nº 08, de setembro 2025, elaborado pela OCEPAR apresenta os custos de produção das culturas de Milho (1ª e 2ª Safras), Soja e Trigo, com base nos dados do DERAL. A metodologia considera coeficientes técnicos, insumos e custos operacionais como recepção, secagem e limpeza (RSL). As produtividades foram fixadas entre 52 e 140 sc/ha, conforme a cultura. Os custos são divididos em variáveis e fixos, detalhados por item. Fertilizantes e sementes são os principais responsáveis pelo aumento dos custos variáveis. Os custos totais por hectare variam de R$ 6.698,79 (Trigo) a R$ 9.919,56 (Milho 1ª Safra). As análises gráficas mostram a composição percentual dos custos e insumos por cultura.