IA - nº 09 - Relação de Troca - 2025

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Agrícola | 09ª edição | 24/06/2025

O Informe Agrícola nº 09, de setembro 2025, elaborado pela OCEPAR, apresenta a relação de troca entre os preços recebidos pelos produtores de milho, soja e trigo no Paraná e os custos dos principais insumos e máquinas agrícolas. Em setembro de 2025, os preços médios foram R$ 52,23 para o milho, R$ 118,62 para a soja e R$ 71,62 para o trigo. Houve aumento nos preços de adubos, combustíveis, sementes e herbicidas, e redução nos de fungicidas, inseticidas, tratores e colhedoras. A análise mostra que a soja teve a relação de troca mais favorável, enquanto o milho da primeira safra foi o menos vantajoso, considerando os custos variáveis por hectare.

Agricultura milho soja Trigo

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Crédito Rural | 02ª edição | 03/05/2019

O informe de Crédito Rural da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, tem como objetivo observar a evolução do funding do Crédito Rural no Brasil, bem como os recursos disponibilizados para as cooperativas a nível nacional e no Paraná, além de comparar a captação de recursos mensais com safras anteriores. Dos R$ 194,4 bilhões anunciados pelo governo federal para a safra 2018/19, R$ 143,9 bilhões foram aplicados o mês de abrilde 2019, de acordo com dados do Banco Central. O montante representa 74% do total. A maior parte dos recursos, ou seja, 28%, teve origem na poupança rural; 16% em recursos obrigatórios; 21% em recursos com taxas livres; 10% no BNDES equalizável, 9% em fundos constitucionais e 16% em outras fontes.    O informe demonstra que no período que compreende os meses de julho de 2018 até abril de 2019, as cooperativas brasileiras captaram R$ 17,4 bilhões, sendo a maior parte destinados ao custeio e à industrialização. Já as cooperativas paranaenses captaram R$ 6,47bilhões, principalmente em industrialização e custeio.    Verifica-se também, que a captação total de recursos na política do Crédito Rural, em abril da safra atual (2018/2019), se manteve na média em relaçãoao mês de abril das três safras anteriores (2015/2016, 2016/2017, e 2017/18).  

Indicadores Econômicos | 02ª edição | 19/01/2026

A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado mensal contendo o histórico das projeções macroeconômicas para o Brasil, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2026. Lembramos que o Boletim Focus é uma publicação do Banco Central do Brasil, que traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das previsões para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As previsões são do mercado, não do Banco Central. O presente informe da Ocepar apresenta um histórico destas projeções semanais com a finalidade de observação do comportamento dos indicadores ao longo do ano, que variam semanalmente conforme as previsões do mercado. Informe elaborado pela GETEC - Ocepar e indica o histórico das projeções macroeconômicas, por data publicada no Boletim Focus do Banco Central.

Indicadores Econômicos | 11ª edição | 17/03/2025

A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado mensal contendo o histórico das projeções macroeconômicas para o Brasil, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2025. Lembramos que o Boletim Focus é uma publicação do Banco Central do Brasil, que traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das previsões para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As previsões são do mercado, não do Banco Central. O presente informe da Ocepar apresenta um histórico destas projeções semanais com a finalidade de observação do comportamento dos indicadores ao longo do ano, que variam semanalmente conforme as previsões do mercado. Informe elaborado pela GETEC - Ocepar e indica o histórico das projeções macroeconômicas, por data publicada no Boletim Focus do Banco Central.

Crédito Rural | 10ª edição | 10/11/2022

O Informe de Crédito Rural da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, tem como objetivo observar a evolução do funding do Crédito Rural no Brasil, bem como os recursos disponibilizados para as cooperativas a nível nacional e do estado do Paraná, além de identificar e comparar o volume de captação de recursos mensais com safras anteriores. O total das contratações de Crédito Rural na Safra 2022/23, continuou a crescer em outubro e superou os R$ 151 bilhões nos quatro primeiros meses. O montante é 20% superior ao registrado nos quatro primeiros meses do Plano Safra passado, quando foram liberados R$ 121 bilhões. Vale destacar que a maior parte dos recursos usados para contratação teve origem na poupança rural (40%); recursos obrigatórios (26%); recursos com taxas livres (22%); fundos constitucionais (6%), BNDES equalizável (5%) e outros (1%). O informe demonstra que no período que compreende os meses de julho a outubro de 2022 as cooperativas brasileiras captaram R$ 12,63 bilhões, sendo a maior parte destinados para à industrialização, custeio e comercialização, nesta ordem de importância. Deste total, as cooperativas paranaenses destacam-se com a importância de R$ 3,80 bilhões, ou seja, aproximadamente 30% dos recursos captados pelas cooperativas nacionais. Os segmentos que as cooperativas paranaenses direcionaram tais recursos foram: industrialização, custeio e comercialização. Verifica-se também, que a captação total de recurso do Crédito Rural neste Plano Safra 2022/23 está fortemente aquecido dado o elevado custo de produção dos insumos e pela decisão dos produtores rurais em investir na produção de commodities, bem como as cooperativas em investir na industrialização. A taxa de juros mais elevada também favorece para que o volume de recursos seja maior para atender a mesma área da safra passada.A área de produção agrícola e pecuária para custeio onde esses recursos foram aplicados diminuiu significativamente - de 38,7 milhões de hectares, de julho a outubro de 2021, para 18,4 milhões neste ano.

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