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De 02 a 16 de abril, uma comitiva composta por 30 membros realiza uma viagem de intercâmbio técnico operacional com sociedades cooperativas odontológicas da Europa. O Sistema Uniodonto está sendo representado por 28 dentistas cooperados, entre presidentes, vice-presidentes e diretores e o Sescoop/SP por seis conselheiros. Do Paraná, participa o diretor vice-presidente político institucional da Uniodonto do Brasil e vice-presidente da Uniodonto de Londrina, Adalberto Baccarin. Eles vão visitar a Inglaterra, Suécia e Holanda, onde o grupo participará, em algumas cidades, de debates, palestras, apresentação de programas e modelos utilizados no setor público e privado da Europa.
Promoção - A viagem é promovida pelo Sescoop-SP, Uniodonto do Brasil, Uniodonto Federação Paulista e Fundação Unimed, tendo como coordenadores os consultores da Fundação Unimed Paulo Eugênio Meira Borem e Enne Osinga.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou na sexta-feira (30/03) a Circular nº 14/2012 prorrogando o Programa de Capitalização de Cooperativas de Crédito (Procapcred) para março de 2014, com orçamento de R$ 1,5 bilhão.
Empenho - A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), representada pelo presidente Márcio Lopes de Freitas, e o Conselho Consultivo de Crédito da OCB (Ceco) atuaram fortemente e de forma preventiva para que o programa não fosse interrompido. A princípio, a vigência terminaria no final do mês de março.
Aumento de patrimônio - "O Procapcred tem proporcionado o aumento do patrimônio das cooperativas de crédito permitindo que elas alavanquem sua condição de atender a gradativa demanda de crédito aos seus associados e, ainda, que o cooperativismo mantenha sua marcha de crescimento", explicou o gerente do Ramo Crédito da OCB, Silvio Giusti. "Além disso - complementou o gestor - a prorrogação do Procapcred, reflete o entendimento do BNDES e do Governo quanto ao importante papel das cooperativas de crédito no sentido de contribuir com o sistema financeiro nacional na oferta de crédito, na inclusão financeira e no fomento a produção de produtos e serviços".
Expansão - A prorrogação e nova dotação orçamentária do Procapcred são fundamentais para a continuidade da expansão do cooperativismo de crédito brasileiro. "Sem sombra de dúvidas, é motivo de celebração, principalmente porque não deixa de ser também o reconhecimento ao cooperativismo neste ano de 2012 em que mundialmente se comemora o ano internacional das cooperativas, com o tema 'cooperativas constroem um mundo melhor', ressalta Giusti.
Saiba mais - Desde 2006, quando o programa foi lançado, mais de 170 mil liberações foram feitas, atingindo cerca de R$ 900 milhões. Este montante contribuiu para o fortalecimento das cooperativas de crédito e os atuais índices de desenvolvimento do ramo. Hoje, são mais de 1,3 mil cooperativas, com cerca de 5,7 milhões de associados, quase 5 mil pontos de atendimento, presentes em mais de 45% dos municípios do país.
Fortalecimento - O programa tem como objetivo promover o fortalecimento da estrutura patrimonial das cooperativas de crédito, por meio da concessão de financiamentos diretamente aos cooperados, na prática, os sócios das cooperativas de crédito podem financiar o aumento de suas cotas-partes na cooperativa no valor de até R$ 10.000,00 (dez mil reais) com prazo total de até 6 anos considerando até 1 ano de carência. (Informe OCB)
Em discurso realizado na semana passada, o deputado Arnaldo Jardim (SP) enalteceu a capacidade de mobilização das cooperativas de crédito em prol do fortalecimento do marco regulatório do setor. O deputado, que é representante do ramo crédito na Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) destacou que o mesmo envolvimento dos líderes cooperativistas pela aprovação da lei complementar que instituiu o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), tem sido observado na discussão que envolve o acesso do cooperativismo de crédito aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Direto - Apresentado no início de 2011 pela senadora Ana Amélia (RS), o projeto possibilita o acesso direto aos recursos provenientes do FAT pelos bancos cooperativos, confederações e centrais de cooperativas de crédito. A redação da proposta foi redigida a partir das sugestões do Conselho Especializado de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB) e alinhada com a Frencoop desde o início da Legislatura.
Tramitação - No Senado Federal, a matéria tramitou na forma do Projeto de Lei do Senado (PLS) 40/2011, sendo distribuído às Comissões de Assuntos Sociais (CAS) e Assuntos Econômicos (CAE), sob a relatoria da ex-senadora Marisa Serrano (MS) e do senador Casildo Maldaner (SC), que apresentaram pareceres favoráveis à aprovação da matéria. Recebido no final de 2011 pela Câmara dos Deputados, a proposição tramita atualmente na forma do Projeto de Lei (PL) 3067/2011, sob a análise da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), com a relatoria do deputado Valdir Colatto (SC), representante do ramo agropecuário da Frencoop.
Enquete - Em enquete realizada recentemente pela Agência Câmara, 1661 internautas votaram sobre a aprovação do PL 3067/2011, sendo 1644 votos favoráveis (98,98%) e 17 contrários (1,02%). Segundo o deputado Arnaldo Jardim, o resultado reflete a expectativa da sociedade referente à aprovação da proposição. Com forte atuação em municípios e regiões onde as grandes entidades financeiras não têm interesse em atuar, as cooperativas de crédito atingiram em 2011 o número de 5,8 milhões de associados, sendo importantes agentes de desenvolvimento social e econômico do País. (Informe OCB)
O setor avícola fechou, por mais um ano, com crescimento no número de abates. O salto entre 2010 e 2011 foi de 1,32 para 1,39 bilhão de aves, o que corresponde a um aumento de 5%. No País, o crescimento foi de 4,99 para 5,26 bilhões de animais, um acréscimo de 5,6%.
Crescente - De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, há uma década o setor está numa crescente no Estado. ''São novas indústrias surgindo, maior produtividade das cooperativas, novos investimentos em aviários. Um conjunto de fatores para que nos tornássemos os mais produtivos do Brasil'', relata ele.
Migração - Martins acredita que há sim uma migração dos consumidores de carne bovina para a carne de frango. ''Estamos muito próximos do consumo per capita atingir 50 kg. Acho que o poder de compra do brasileiro o torna mais seletivo em relação a sua dieta. Junto a isso, a acessibilidade ao nosso produto é fantástica'', completa ele. (Folha de Londrina)
A presidente Dilma Rousseff vai anunciar nesta terça-feira (03/04) as medidas tributárias de estímulo à indústria de transformação. Fabricantes de nove setores devem ter a folha de pagamento desonerada em troca de uma contribuição previdenciária de 1% sobre o faturamento bruto, já descontados os valores de exportação. A indústria também passará a contar com um BNDES "reforçado", segundo informou ontem ao Valor uma fonte da área econômica, que trabalhou nas medidas no fim de semana. O governo pode anunciar o repasse de R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões do Tesouro Nacional ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) amanhã, e também reduzir a taxa de juros do Programa de Sustentação do Investimento (PSI).
Frentes - Os técnicos do governo trabalhavam no fim de semana em duas outras frentes de medidas, que podem reforçar o pacote de estímulos. O Ministério da Fazenda termina o novo regime automotivo, que contempla cortes da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para fabricantes que investirem em inovação e ampliação da mão de obra. As novas regras serão apresentadas hoje aos empresários das montadoras pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. O novo regime automotivo foi costurado entre os técnicos da Fazenda e dos ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Desenvolvimento (MDIC). A dúvida na área econômica no fim de semana é se as novas regras já serão divulgadas amanhã.
PIS/Cofins - O governo federal também prepara medidas envolvendo o corte de alguns pontos percentuais na alíquota de 9,75% de PIS/Cofins recolhida pela indústria. A medida, se for finalizada a tempo do pacote desta terça, deve contemplar alguns dos nove setores que terão a folha de pagamento desonerada. Os quatro setores que já contam com a contribuição previdenciária que incide sobre a folha de pagamentos zerada terão a alíquota sobre o faturamento reduzida. (Valor Econômico)
O convite da presidente Dilma Rousseff para uma reunião em Brasília nesta terça-feira (03/04) fez empresários e trabalhadores da indústria paranaense cancelarem os protestos que realizariam em várias cidades do Estado. A expectativa é de que a presidente divulgue novas propostas contra a desindustrialização do País.
Gesto de confiança - ''Decidimos cancelar o protesto (que também seria na terça-feira) num gesto de confiança para a equipe econômica e a presidenta, que se mostraram sensíveis às demandas da indústria'', afirmou Edson Campagnolo, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). Ele ressaltou que o movimento ''Grito de Alerta'', que já fez manifestações em todo o País, foi responsável por uma ''aliança inédita'' entre capital e trabalho para salvar o setor.
Expectativa - Segundo Campagnolo, a expectativa é que a presidente anuncie medidas que ''venham ao encontro das demandas da indústria e possam frear o processo de desindustrialização do País''.
Aumento de imposto e desoneração da folha - Especula-se que o governo irá aumentar impostos para os produtos importados e desonerar a folha de pagamento para setores da indústria como o de máquinas, móveis, geração e transmissão de energia, plásticos, fabricantes de ônibus e de aviões e indústria naval.
Têxtil - A desoneração deve ir na mesma linha do que já foi concedido no início do ano ao setor têxtil e de calçados. Ou seja, em vez de pagarem 20% sobre a folha de pagamento a título de INSS, as empresas passariam a recolher o imposto de acordo com um porcentual mínimo sobre o faturamento bruto - possivelmente 1%.
Perda de importância - Segundo a Fiep, nas últimas décadas o setor industrial vem perdendo importância na economia brasileira. Em 1985, a indústria era responsável por 27% das riquezas produzidas no País e, no ano passado, esse índice já era inferior a 16%. E deve fechar 2012 abaixo de 15%.
Déficit - De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), um em cada cinco produtos industrializados consumidos no Brasil no ano passado foram fabricados fora do País. Com as exportações em queda, a balança comercial de produtos manufaturados fechou com déficit de US$ 93 bilhões em 2011.
Viagem - Campagnolo segue para Brasília nesta segunda-feira (02/04) junto com uma comitiva da Fiep. A reunião com a presidente será nesta terça-feira às 10 horas. (Folha de Londrina)
O Sistema Ocepar promove, na segunda-feira (02/04), na sede da entidade, em Curitiba, a Assembleia Geral Ordinária destinada à prestação de contas do exercício de 2011 e aprovação do plano de ação 2012. Também será realizada a eleição dos membros do Conselho Fiscal da Ocepar para a gestão 2012/2016. A reunião deverá contar com a presença de cerca de 70 presidentes das cooperativas do Paraná.
O crescimento de 30% na movimentação econômica em 2011 e os recordes de recebimento de produtos fizeram de 2011 o melhor ano na história da Coagru. Em dezembro, a cooperativa já havia realizado a complementação de preço de produtos, que é considerada pelos agricultores como a antecipação de sobras. Em média, foi repassado R$ 0,40 a mais por saca de soja e R$ 0,20 por saca de milho e, mesmo com esta distribuição antecipada, ainda restaram cerca de R$ 300 mil para deliberação na Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada nesta quinta-feira (29/03), em Ubiratã, Noroeste do Estado. A plenária decidiu pela distribuição do valor ao quadro social e que já estará à disposição para retirada no dia 02 de abril. Participaram da AGO, 89 associados. O Sistema Ocepar foi representado pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto, que compôs a mesa de autoridades junto com o presidente da cooperativa, Aureo Zamprônio, o vice-prefeito do município de Ubiratã, Orlando Vieira Filho, demais gerentes e conselheiros da cooperativa.
Unitá - Na oportunidade, o quadro social demonstrou entusiasmado com a implantação da Unitá Cooperativa Central, da qual a Coagru é uma das filiadas e participa ativamente do empreendimento. "É a chance do associado agregar valor ao seu produto", disse um dos cooperados presente à AGO. O vice-prefeito destacou a importância da cooperativa para Ubiratã, onde é responsável por 1/3 da riqueza produzida no município, gera empregos e arrecadação tributária.
Meta - A Coagru possui 1883 associados e 379 funcionários. A meta para 2012 é atingir faturamento de R$ 450 milhões.
Aumentar o quadro social para 10.500 cooperados e atingir um volume de depósitos de R$ 100 milhões. Essas são algumas metas da cooperativa de crédito Sicredi Nossa Terra para 2012. O planejamento de atividades para o ano e os resultados de 2011 foram apresentados na Assembleia Geral de Delegados realizada na noite de quarta-feira (28/03), na Associação dos Funcionários Municipais de Cafelândia, no Oeste do Estado. O coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto, representou o Sistema Ocepar. Também prestigiaram a AGO, o vice-presidente Miguel Motter, o presidente da Cooperativa Copacol e conselheiro da Sicredi Nossa Terra, Valter Pitol, e a assessora jurídica da Sicredi Central PR, Priscila Cláudia de Oliveira Pereira.
Resultados positivos - A presidente da cooperativa, Maura Carara, destacou a presença dos associados nas assembleias de núcleos, que chegou a quase três mil participações, representando, em média, 24,4% do quadro social. Ela ressaltou ainda que foi o primeiro ano na história da cooperativa em que todas as unidades apresentaram resultados positivos, que somaram R$ 6,3 milhões, valor 68% superior ao do ano anterior.
Crescimento - Em 2011, a Sicredi Nossa Terra obteve crescimento do Capital Social em 21%, atingindo R$ 18,9 milhões. O volume dos depósitos aumentou 12% e o de recursos administrados chegou a R$ 115,5 milhões, 17% a mais em relação ao do exercício anterior. (Assessoria Sicoob Norte do Paraná)
Integrar redes e compartilhar estruturas de atendimento. Esse é um dos desafios internos traçados pelo Conselho Consultivo de Crédito da OCB (Ceco) em seu plano de ação e que está sendo construído com o suporte da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Reunidos na sede do Sistema OCB, em Brasília (DF), nesta quarta-feira (28/03), técnicos responsáveis pelas áreas de tecnologia da informação dos Sistemas Sicredi, Sicoob e Unicred discutiram os pontos preliminares de um estudo para a construção do modelo de compartilhamento. De acordo com o gerente do Ramo Crédito da OCB, Silvio Giusti, o estudo inicial prevê, inclusive, a possibilidade de integração com outros sistemas.
Auto-atendimento - O gestor conta que o estudo sugere a realização da primeira etapa do projeto com as máquinas de auto-atendimento espalhadas por todo o país: "Existem várias possibilidades de compartilhamento de estruturas, que passam pelas operações de pagamentos, depósitos, convênios, etc. A equipe técnica decidiu, neste primeiro momento, apresentar um estudo de interligação dos caixas eletrônicos, como forma de propiciar ao cooperado a facilidade de acesso a saques e emissão de saldos".
Benefícios - Giusti ressalta que o projeto trará benefícios tanto aos cooperados quanto aos sistemas, proporcionando, inclusive, a otimização no investimento de recursos. "Com a criação desta possível integração de redes, os sistemas cooperativos poderão pensar em investir em tecnologia de forma conjunta e não mais isoladamente, gerando a redução de despesas e a consequente economia e ganho de escala", explica.
Expetativa positiva - A iniciativa está gerando uma expectativa bastante positiva. Segundo Giusti, a integração de redes de atendimento é uma ação frequente no mercado nos dias de hoje e o cooperativismo está constantemente se estruturando para acompanhar essa tendência. "Depois da avaliação e aprovação, daremos continuidade à construção do modelo, analisando os requisitos técnicos, e acreditamos que ele é extremamente possível de ser realizado", ponderou o gestor. O estudo será apresentado à coordenação do Ceco no próximo dia 11. (Informe OCB)
Foram aprovados nesta semana, na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Agrário da Câmara dos Deputados (CAPADR), os pareceres de três Projetos de Lei (PLs) conforme o posicionamento do Sistema OCB. O PL 472/2011, que dispõe sobre a implantação de sistemas de aquecimento e de geração de energia elétrica, com base em energia solar, em empreendimentos financiados pelo Sistema Nacional de Crédito Rural, sob relatoria do deputado Oziel Oliveira (BA), teve parecer aprovado por unanimidade pela sua rejeição. O deputado também relatou o PL 2182/2011, que altera a Lei nº 9.972, de 2000, que institui a classificação de produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico, com parecer favorável à sua aprovação com substitutivo, sendo este apreciado por unanimidade na comissão. A CAPADR também aprovou por unanimidade o parecer do deputado Zé Silva (MG) pela aprovação, com emenda, do PL2182/2011, que dispõe sobre o planejamento de ações de política agrícola. Para acessar o Resultado da Agenda da Semana, clique aqui. (Blog OCB no Congresso)
O leilão promovido pelo Ministério da Agricultura, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta quinta-feira (29/03), resultou na comercialização de 53,2 mil toneladas das 400 mil toneladas ofertadas de todo o País. Desse total, 125 mil toneladas eram do Paraná, sendo que foram negociadas 1.500 toneladas do cereal.
Balanço - Os dez leilões da safra 2011/12 realizados pelo governo federal até o momento nas modalidades PEP (Prêmio de Escoamento do Produto) e Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor) somam o total ofertado de 3,7 milhões de toneladas de todo o Brasil, dos quais foram comercializadas 2,2 milhões de toneladas, ou seja, 61%. Do Paraná foram ofertadas 1,3 milhão de toneladas e comercializadas 615 mil toneladas, o que representa 45% do total ofertado do Estado.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (29/03) a ampliação de linha de crédito do Programa de Incentivo à Irrigação e à Armazenagem (Moderinfra) de R$ 1,3 milhão para R$ 2,6 milhões por produtor para financiamento das telas de proteção para cobertura de pomares. O objetivo do governo, segundo o secretário adjunto de Política Agrícola do Ministério da Fazenda, João Rabelo, é mitigar fatores climáticos, que têm sido "um dos motivos do agravamento de risco para os produtores". A linha de financiamento, de acordo com o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, possui uma taxa de juros de 6,75% ao ano e a duplicação do teto de empréstimo foi feita a pedido dos produtores. "O valor de até R$ 1,3 milhão é insuficiente para proteger áreas acima de 42 hectares", afirma Rabelo. (Valor Econômico)