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Com aumento da área plantada e clima favorável, produção global avança 20%, e estoque de países produtores deve crescer 40%
GUSTAVO HENNEMANN
DA AGÊNCIA FOLHA, EM CHAPADÃO DO CÉU (GO)
Produtores de soja do Centro-Oeste iniciaram a colheita neste mês apreensivos com a perspectiva de queda nos preços internacionais. A cotação do grão é pressionada por projeções de safras recordes nos três maiores exportadores, EUA, Brasil e Argentina. O aumento da área plantada e o clima favorável resultaram na expansão de 20% na produção mundial, o que deve elevar o estoque dos países produtores em 40%, diz o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da USP.
Apesar de os gastos com custeio terem caído de 10% a 20% neste ciclo, o cenário é menos favorável ao produtor do que em 2009, quando a quebra de 31% na safra argentina e a forte demanda chinesa garantiram altos preços mesmo durante a colheita -cerca de US$ 10 por bushel, que equivale a 27,2 kg de soja. A cotação do dólar, que caiu de R$ 2,30 para cerca de R$ 1,80 nos últimos 12 meses, também prejudica o sojicultor.
"Quem não travou [o preço] nada está preocupado por causa da cotação [que tende a cair] e porque a perspectiva é ruim para a safrinha do milho, que mantém preços baixos e estoques altos desde o ano passado", diz o produtor Eduardo Pagnoncelli Peixoto, 52. Há dez dias, ele iniciou a colheita dos 2.400 hectares que plantou em sua propriedade, dividida entre os municípios de Chapadão do Céu (GO) e Costa Rica (MS). Para garantir um preço médio, Peixoto vendeu antecipadamente 60% da produção em outubro e novembro por US$ 19 a saca de 60 kg -R$ 34,4 pelo câmbio de ontem.
Com apenas 20% da produção vendida antecipadamente, Rogério Antonio Sandri, 35, teme não cobrir os custos da lavoura se a cotação da soja continuar caindo. "Estou apreensivo porque já não consigo fechar negócio por R$ 35 [a saca]. Abaixo disso, tenho prejuízo", diz ele, que plantou 830 hectares em Chapadão do Céu. Ontem, o preço da saca era de cerca de R$ 32 no município. Referência em produtividade no Centro-Oeste, a região dos chapadões, que compreende o sul de Goiás e o norte de Mato Grosso do Sul, havia colhido 10% de seus 400 mil hectares até o último fim de semana.
Conforme dados da Fundação Chapadão, mantida por produtores locais, as lavouras devem produzir de 55 a 58 sacas por hectare neste ano, ante 52 sacas do ciclo anterior. Para Lucilio Alves, pesquisador do Cepea, a demanda da China será inferior à oferta neste ano e a supersafra deve recompor os estoques dos principais países exportadores. "Não tem como segurar o preço nessa situação. A cotação deve cair até março, época em que os produtores precisam vender para pagar dívidas."
Para o economista e professor da GV Agro Alexandre Mendonça de Barros, o preço da soja deve cair um pouco se as grandes safras no Brasil e na Argentina se confirmarem, mas há um "viés de estabilidade" em torno de US$ 9,7.
Os jornalistas GUSTAVO HENNEMANN e MARCELO JUSTO viajaram a convite da New Holland
Milho lota armazéns e impede sojicultor de guardar produto
DA AGÊNCIA FOLHA, EM CHAPADÃO DO CÉU (GO)
O represamento de milho nos armazéns gerais do Centro-Oeste, provocado pela superprodução de 2009 e pelos preços baixos do cereal, impedirá o armazenamento da soja que começa a ser colhida na região, segundo produtores e proprietários de armazéns.
Sem alternativas para guardar o grão, a maioria dos sojicultores terá de entregar o produto logo após a colheita para as "tradings", empresas que compram e exportam. Depois de receber, essas empresas esmagam ou mandam a soja para outro país, mantendo a capacidade de recebimento.
Com poder de negociação reduzido, o produtor terá duas alternativas: vender imediatamente ou entregar o grão para as empresas e ficar com uma carta de crédito em mãos, que lhe permite faturar no futuro.
Hoje, o milho estocado na Jardim Armazéns Gerais, de Chapadão do Céu (GO), ocupa 60% dos quatro silos da empresa, que suportam 300 mil sacas ao todo, segundo o proprietário, Marcus de Oliveira, 39.
Dos armazéns do Centro-Oeste que guardam grãos para a Conab, 80% estão na mesma situação, conforme ele. Já as "tradings" não recebem tanto milho e, por isso, estão "esperando a soja de boca aberta".
Emílio Garcia, 31, que planta soja em Chapadão do Sul e em Jataí (GO), diz que, em 2009, guardou parte da produção até o fim de julho, na expectativa de vender melhor na entressafra, quando a soja tende a se valorizar. Neste ano, não conseguiu espaço em nenhum dos 27 armazéns de Chapadão do Céu. "As empresas vão se prevalecer da situação porque não temos onde guardar. Vão dizer"
Gestores e técnicos da Organização e Sindicato das Cooperativas do Estado de Alagoas (OCB/AL) e do Serviço Nacional de Ensino do Cooperativismo de Alagoas (Sescoop/AL) vão conhecer, nesta quarta-feira, 27, pela manhã, as instalações da primeira escola estadual que vai receber o projeto piloto do Curso Técnico em Gestão do Cooperativismo, desenvolvidos para alunos do ensino médio. A escola contemplada fica no município de Coruripe, a 90 km de Maceió.
O projeto prevê 1.200 horas de aulas divididas em três módulos, qualificando cerca de 120 alunos da rede. É com a implantação desse curso que o governo estadual inicia sua contribuição para a o desenvolvimento do cooperativismo nas escolas públicas. De acordo com a superintendente do Sescoop/AL, Márcia Túlia, o curso irá atingir quatro turmas de jovens que terão conhecimentos sobre os princípios cooperativistas e sairão qualificados em gestão de cooperativas.
“Será um curso técnico que mostrará aos jovens daquela região como funciona uma cooperativa, como ela deve ser administrada e como o trabalho em conjunto, em cooperação, desenvolve comunidades inteiras”, destacou.
O município de Coruripe não foi escolhido por acaso. Coruripe é a sede da maior cooperativa do estado, a Cooperativa Pindorama, que desenvolve projetos de qualificação e formação de jovens lideres. E vai receber ainda um empreendimento de grande porte, a construção o estaleiro Eisa Alagoas, que deve gerar inicialmente 4.500 postos de trabalho, segundo o governo do estado. (Fonte: OCB/AL)
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EFE
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinará uma linha de crédito de R$ 2,5 bilhões para criar reservas de etanol para situações de escassez e alta do preço do álcool combustível.
Segundo o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, as reservas servirão como mecanismo regulador do mercado brasileiro de etanol, que atualmente vive uma alta do preço, diante da redução da oferta afetada pelas chuvas que atingiram a última safra de cana.
"A partir de abril ou maio, o mercado deve se normalizar e acreditamos que até sobre etanol", comentou o ministro. Diante dessa situação, que aumentou o preço do produto em quase 6% nos últimos meses, o governo decretou uma redução da mistura obrigatória do etanol na gasolina. Essa redução, de 25% para 20%, que passará a vigorar partir de 1.º de fevereiro, valerá por 90 dias.
Brasil, líder mundial na produção e exportação de etanol de cana-de-açúcar, considerou a possibilidade de importar o produto americano, obtido a partir do milho. O motivo é que o preço do combustível no mercado americano é menor que no mercado doméstico.
"Neste momento, tudo indica que, com o preço a que chegou o etanol, compensaria importar. Acredito que se deveria exonerar o imposto (de 20% à importação de etanol) e, se o preço subir, o mercado então poderá importar", afirmou o ministro da Agricultura.
Amanhã, o assunto será debatido em reunião de Stephanes com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e representantes da União da Indústria de Cana de açúcar (Única). Os recursos do BNDES estavam previstos para serem aplicados em 2009, mas o nível de produção ajustado não permitiu a criação de reservas.
FLEX
Com a alta do preço do etanol, o abastecimento de veículos com gasolina ficou mais vantajoso. O Brasil tem uma frota de mais de 7 milhões de automóveis flex, isto é, que podem usar tanto álcool como gasolina.
Pelo menos 93% da frota nova de veículos leves produzidos no País chegam ao mercado com essa tecnologia. Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um chamado aos empresários do setor de biocombustíveis para que planejem a produção 2010-2011 de cana, pois o governo brasileiro teme que o consumidor troque o etanol pela gasolina.
Veículo: O Estado de S. Paulo
Publicado em: 25/01/2010
Com o propósito de incentivar o debate sobre o novo Código Florestal, o Sistema apoia a iniciativa da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, que realizará, em Assis e Ribeirão Preto, audiências públicas sobre o tema. As propostas de alteração do Código são de interesse de todos os brasileiros, principalmente dos setores ligados ao agronegócio, ao meio ambiente, inclusive cooperativas, pois definem as normas para desmatamento, terras agricultáveis e preservação ambiental.
O Sistema Ocesp convida as cooperativas para participar das audiências, para que conheçam as propostas e apresentem sugestões para que a lei atenda à realidade do cooperativismo. As audiências serão abertas ao público e contarão com a presença dos deputados federais Aldo Rebelo e Duarte Nogueira.
Saiba mais:
Assis/SP, às 9 horas
Cinema Municipal de Assis - Rua Brasil, 15 - Centro
Ribeirão Preto/SP, às 15 horas
Centro de Convenções de Ribeirão Preto
Rua Bernardino de Campos, 999 - Centro
Mais informações: (11) 3146-6287
(Fonte: Ocesp)
O Sistema OCB-Sescoop/GO prepara a nova edição de seu Balanço Socioambiental para apresentar as ações desenvolvidas em 2009 pela Casa do Cooperativismo Goiano. A publicação, que atende a política de Responsabilidade Social da instituição, será novamente aberta às cooperativas filiadas ao Sistema, que poderão divulgar balanços na área socioambiental. É necessário que os dados sejam enviados em formulário próprio até o dia 12 de fevereiro.
O Departamento de Fomento da Organização das Cooperativas do Estado de Goiás (OCB-GO) enviou esta semana, aos dirigentes cooperativistas, uma circular com as orientações para o preenchimento e envio dos dados. A publicação mostra um comparativo dos números econômicos e sociais do Sistema nos dois anos anteriores, apontando indicadores que mensuram as contribuições do cooperativismo à sociedade.
Os formulários do Balanço Socioambiental do Sistema são elaborados conforme modelos do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). Na edição anterior, 26 cooperativas enviaram suas informações e tiveram suas ações publicadas. Mais informações pelo telefone (62) 3240 2607 ou e-mail
O deputado estadual Giovani Cherini, coordenador da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo do Rio Grande do Sul (Frencoop/RS), recebeu da Casa Civil a garantia de que a governadora Yeda Crusius enviará projeto de lei à Asembleia Legislativa contemplando as cooperativas na negociação de débitos tributários vencidos junto ao Estado. Cherini é autor de emenda ao Projeto de Lei 353/2009, do Poder Executivo, que dispõe sobre cancelamento de créditos da Fazenda Pública.
A proposição, aprovada na Assembleia, prevê que as cooperativas gaúchas com débitos tributários vencidos tenham prazo de 180 meses para o pagamento. A governadora decidiu, nesta terça-feira (19/01), vetar a emenda do parlamentar. Antes, a assessoria do Palácio Piratini anunciou ao deputado a intenção do Executivo de formular uma nova proposta no sentido de atender aos interesses das cooperativas.
Cherini recebeu a decisão de Yeda Crusius com naturalidade. “O governo vetou em função da constitucionalidade da matéria, não pelo mérito. Essa emenda salvará a maioria das cooperativas gaúchas. Hoje, 85% das dívidas são juros abusivos, e com essa emenda as cooperativas teriam 180 dias para cumprir o principal do compromisso. O que o Executivo encaminhou comigo, como autor da proposta, é que através da Secretaria da Fazenda será enviado para análise dos deputados uma nova proposta que contemple as cooperativas”, informou Cherini.
A emenda do deputado prevê requisitos para que as cooperativas gaúchas com débitos tributários vencidos e não pagos, inscritos ou não em dívida ativa, ou que sejam objeto de questionamento judicial a qualquer título, possam consolidá-los pelo valor original do débito principal monetariamente atualizado, descontados as multas e os juros moratórios, para pagamento mediante parcelamento mensal pelo prazo máximo de 180 meses. A iniciativa de Cherini atende à solicitação do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, e de cooperativas do ramo Agropecuário. (Fonte: Ocergs)
O Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Alagoas (OCB/AL) junto com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/AL) vai implantar em quatro escolas do município de Maceió (AL) um programa piloto do Cooperjovem, ainda este ano. A superintendente do Sescoop/AL, Márcia Túlia Pessoa, disse que a intenção é inserir o Cooperjovem apenas no ensino fundamental. “Recebemos um sinal bastante positivo da Secretaria Municipal de Educação. Ainda não temos data para iniciarmos as atividades, mas estamos trabalhando no planejamento estratégico para que isso ocorra o mais breve possível”, assegurou.
O programa Cooperjovem tem o intuito de possibilitar o contato de estudantes de diversos níveis com o cooperativismo. Porém antes desse contato com o universo desconhecido haverá a capacitação e formação dos professores também da rede municipal de ensino. “O primeiro passo já foi dado, para iniciarmos o ensino nas escolas será implantado um processo de formação/capacitação com professores e coordenadores. Dentro dessa iniciativa serão doados livros/manuais para o acervo de cada uma das escolas a serem beneficiadas”, revelou.(Fonte: OCB/AL)
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Juliano Basile, de Brasília
O governo decidiu adotar uma nova estratégia para impedir paralisações nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai formalizar a criação de um Escritório Avançado de advogados do governo dentro do Tribunal de Contas da União (TCU) para evitar novos atrasos em obras de infraestrutura - segundo dados oficiais, apenas 33% das obras do PAC, lançado há três anos, foram concluídas.
O objetivo da nova estratégia é permitir que a Advocacia Geral da União (AGU) possa determinar correções nas obras antes de o TCU decidir pela suspensão. O tribunal paralisou várias obras no ano passado, o que irritou o Palácio do Planalto, que conta com um calendário de inaugurações que deve ser intensificado neste ano pelo presidente Lula e pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, com vistas às eleições de outubro.
Apenas em setembro, o TCU recomendou ao Congresso Nacional a suspensão de 41 obras, das quais 13 fazem parte do PAC e representam investimentos de R$ 7,38 bilhões. A maioria das paralisações - que envolvem construção de refinarias e ampliação de aeroportos e rodovias - é justificada pelo aumento do custo inicialmente previsto (chamado tecnicamente de sobrepreço). Apenas no caso da construção da refinaria Abreu Lima, no Recife, o custo inicial triplicou, passando de US$ 4 bilhões para US$ 12 bilhões. Também há casos de superfaturamento, licitação irregular, falta de projeto executivo, problemas ambientais e alteração indevida do projeto.
O governo decidiu ampliar o contato com os ministros do tribunal para evitar novas suspensões de obras e vai usar advogados da União para que o diálogo seja feito tecnicamente. Pelo decreto, que será assinado nos próximos dias, a AGU vai quintuplicar o número de advogados que atuam no tribunal. Hoje são quatro. A partir de fevereiro serão 20 e farão um acompanhamento ostensivo dos processos envolvendo obras do governo.
"Vamos trabalhar no TCU de maneira sistemática, como fazemos no Supremo Tribunal Federal, com uma equipe que se antecipa aos julgamentos, despacha com os ministros e apresenta soluções", afirmou ao Valor o advogado-geral, ministro Luís Inácio Adams. Segundo ele, há decisões do TCU que geram consequências para os administradores das obras, como ações de improbidade. "Queremos levar aos ministros do TCU informações que justifiquem as obras e deem legitimidade à atuação dos gestores", completou.
Se o Escritório Avançado da AGU tiver boa receptividade no tribunal, a perspectiva é a de que o governo consiga uniformizar os procedimentos em licitações feitas por diversos órgãos da administração e, com isso, haverá um ganho de agilidade para as obras.
Adams enfatizou que essa atuação preventiva para impedir a paralisação das obras está entre as prioridades da AGU no ano, ao lado de grandes questões judiciais, como o pagamento de Cofins pelos bancos e seguradoras e a definição sobre a cobrança dessa contribuição na base de cálculo do ICMS. Essas questões envolvem bilhões de reais e deverão ser definidas neste ano pelo STF, onde a AGU despacha todos os dias com os ministros, discutindo soluções para as principais causas do governo.
Já no TCU, a primeira vez que um advogado da União fez defesa direta aos ministros - a chamada sustentação oral - foi em 2006. "Na ocasião, os ministros do TCU discutiram se deveriam permitir esse tipo de defesa, pois, em 2000, eles simplesmente negaram aos advogados da União a possibilidade de apresentar sustentação oral", lembrou Marcelo Siqueira, que fez a primeira sustentação da AGU no tribunal e, hoje, é o procurador-geral Federal. Segundo ele, o precedente de 2000 indicava que a AGU simplesmente não poderia se manifestar durante os julgamentos do TCU. "A nossa atuação no TCU é muito recente e precisamos intensificá-la", admitiu Siqueira.
Em 2009, a AGU ajuizou 1958 ações de execução para cobrar R$ 773,4 milhões de devedores do governo que foram condenados pelo TCU. Ao todo, os advogados do governo tiveram de atuar em 16 mil decisões do tribunal.
Além do Escritório Avançado no TCU, a AGU pretende criar outro junto à Comissão Mista do Orçamento no Congresso, que também analisa as obras do PAC. O objetivo é o mesmo: aproximar-se dos parlamentares e explicar as razões e os procedimentos de cada obra.
As obras com acompanhamento judicial prioritário do governo para este ano são o leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a concessão de 19 linhas de transmissão, as licitações para exploração de petróleo, a construção das hidrelétricas de Jirau e de Santo Antonio, no rio Madeira, em Rondônia, e de Belo Monte, no Pará."
Com o objetivo de alinhar informações e estratégias para o Ramo Infraestrutura, o Sistema Ocesp e a Federação das Cooperativas de Eletrificação Rural do Estado de São Paulo (Fecoeresp) promoveram nos dias 18, 19 e 20 de janeiro o Encontro de Dirigentes de Cooperativas de Eletrificação Rural do Estado de São Paulo, em Águas de São Pedro (SP). O evento contou com a participação do presidente do Sistema Ocesp, Edivaldo Del Grande, e teve palestras ministradas por profissionais do Sistema nas áreas jurídica e política. O evento teve a participação de cerca de 40 dirigentes.
Para o presidente da Federação das Cooperativas de Eletrificação Rural do Estado de São Paulo (Fecoeresp), Danilo Roque Pasin, o evento foi mais um passo em direção à consolidação da parceria entre o Sistema e as cooperativas. “A cada ano as cooperativas do ramo Infraestrutura sentem mais a necessidade de trabalhar em conjunto com as demais instituições cooperativistas. Acredito que este encontro solidificou ainda mais a parceria entre as cooperativas do ramo e Sistema Ocesp”, avalia.
Del Grande novamente colocou-se à disposição dos dirigentes de cooperativas para dialogar sobre as demandas do ramo e reforçou a necessidade de fortalecer a unidade de pensamento e ação entre as cooperativas. “Com a união das cooperativas, certamente teremos mais força para levar nossas reivindicações ao governo e agências reguladoras”, salientou o presidente do Sistema Ocesp. Na mesa de abertura do Encontro, além de Del Grande e Danilo Pasin, também marcou presença o diretor do ramo Infraestrutura da Ocesp, Henrique Ribaldo Filho.
Em sua palestra sobre Representação Política no Cooperativismo, Júlio Gushiken, gerente executivo de relações institucionais das Ocesp, apresentou o trabalho de articulação entre o Sistema Cooperativista e o poder público, especialmente com os legisladores. “Ressaltamos a importância de buscar parceria com parlamentares sensíveis à nossa causa. Como estamos em ano eleitoral, também frisamos sobre a necessidade de escolher bem nossos representantes no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa de São Paulo”, resume Gushiken.
Alinhamento – As cooperativas também trocaram experiências e alinharam informações sobre o processo de regulamentação na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O processo contou com a participação do superintendente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infra-estrutura (Infracoop), José Zordan. (Fonte: Ocesp)
Atendendo ao pedido do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul em ser o interlocutor entre os representantes dos produtores de soja e milho, o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Mato Grosso do Sul (OCB/MS) recebeu, nesta terça-feira (19/1), a Câmara Brasil–China. A visita é a primeira de quatro que devem acontecer no estado ainda este ano.
Estiveram presentes cooperativas agropecuárias e representantes do setor produtivo. O consultor de agronegócio João Pedro Cuthi fez uma apresentação da produção do Mato Grosso do Sul.
Na reunião, os representantes do país com maior população do mundo e com a economia que mais cresce no planeta demonstraram empolgação para instalar empreendimentos chineses em terras sul-mato-grossenses. O que mais impressionou os chineses foi o tamanho da produção de soja e milho e abriram a possibilidade de firmarem uma troca: produtos agropecuários por infraestrutura e logística.
Um dos empreendimentos que chamou atenção dos chineses foi uma indústria bioquímica, que possui tecnologia para transformar o caldo da cana-de-açúcar em ácido cítrico e outros compostos com grande potencial de venda no mercado global. Há ainda expectativa de instalação de uma fábrica automobilística da Ford na China, que produz veículos, caminhões e tratores.
O presidente da OCB/MS Celso Régis entregou aos chineses uma relação de todas as cooperativas produtoras de soja e milho, com seus endereços e telefones. “É muito importante fazer esta ponte, para fomentar novos negócios e desenvolver cada vez mais o Estado e o cooperativismo”, afirmou Régis.(Fonte: OCB/MS)
"O Sistema OCB realizará em setembro o XIII Congresso Brasileiro de Cooperativismo (XIII CBC), cujo tema central será: “Cooperativismo é sustentabilidade: o desafio da inovação”. Para que o processo seja feito de forma participativa, serão realizados como sugestão, a partir de março, uma série de seminários estaduais preparatórios. Cada organização estadual coordenará a divulgação e realização do seminário que discutirá os temas propostos e a indicara os seus delegados ao Congresso.
Segundo Maurício Landi, coordenador do XIII CBC, o “Seminário Estadual Preparatório” faz parte da primeira, de três fases, do evento. Ele explicou que a segunda etapa é o “Congresso”, que acontece em Brasília (DF), de 9 a 11 de setembro, quando serão discutidas propostas encaminhadas pelos seminários estaduais. E a última fase, “Pós-Congresso”, será o momento de se compatibilizar as proposições aprovadas, adequando-as como
Diretrizes Estratégicas para o Sistema OCB no período de 2011/2013.
Para o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, 2010 é o momento oportuno para a realização desse grande evento. “A OCB fará 40 anos, e será uma oportunidade de avaliar o passado, analisar o presente e pensar o futuro. O que somos e o que queremos ser como Sistema”.
As discussões do Congresso terão quatro focos: Diretrizes e horizontes da relação política e institucional do Sistema Cooperativista; A sustentabilidade do Sistema OCB e da representação política do cooperativismo; O futuro e os novos modelos de gestão das organizações cooperativistas e Competitividade das cooperativas.
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Nicola Pamplona, Eduardo Magossi e Gustavo Porto
RIO
Diante da escalada dos preços do etanol, governo e usineiros começam a contemplar a possibilidade de importação do combustível dos Estados Unidos. O tema já foi discutido em reuniões com o governo, que, segundo fontes, teria concordado em zerar a alíquota de importação do produto, hoje em 20%. As importações teriam como objetivo principal garantir o estoque de etanol para a enfrentar a entressafra na produção de cana-de-açúcar.
Do ponto de vista econômico, já vale à pena importar etanol dos Estados Unidos, mesmo com a tarifa de 20%. De acordo com cálculos do consultor Júlio Maria Borges, da Job Consultoria, especializada no setor sucroalcooleiro, o valor do anidro brasileiro nos portos do Nordeste está em torno de US$ 790 por metro cúbico, ante US$ 480 por metro cúbico do combustível produzido e comercializado nos Estados Unidos.
"A vantagem é de US$ 310, o que torna viável a operação mesmo com o imposto pago pelo importador", comenta o consultor. No Centro-Sul, o preço do anidro está em US$ 750, e a importação também seria viável, mas com maiores riscos ao importador. Com uma eventual mudança na tarifa, portanto, a vantagem nas importações aumentaria. O pedido para redução da tarifa é antigo, mas ganhou força nas últimas semanas diante do enxugamento da oferta interna.
"Se o consumo continuar no ritmo do fim do ano, na casa de 1,4 bilhão ou 1,5 bilhão de litros por mês, não há estoque suficiente para abastecer o mercado até março, abril", disse uma fonte do segmento de distribuição de combustíveis. Nos Estados Unidos, ao contrário, há excedente de oferta neste momento, dizem especialistas. Além disso, destaca Borges, o milho, usado como matéria-prima para o etano americano, está com o preço em baixa.
ASSUNTO ANTIGO
O tema foi discutido com o governo na reunião que decidiu pela redução do porcentual de anidro na gasolina. Anteontem, esteve na pauta da reunião do conselho da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), confirmou o empresário e conselheiro da entidade, Maurílio Biagi Filho, lembrando que o pleito para redução da tarifa de importação é antigo.
Oficialmente, a Unica admite a possibilidade de importações, mas seu diretor técnico, Antônio Pádua, diz que o pedido pela redução da tarifa tem como objetivo dar um passo no sentido de transformar o etanol em commodity internacional. Os Estados Unidos vão rever este ano a tarifa para importações de etanol brasileiro e, segundo o argumento dos usineiros, a redução da tarifa brasileira abre maiores chances para que os americanos façam o mesmo.
"Seria um movimento importante, para mostrar que um mercado mais aberto é bom para eles também", diz um executivo de empresa produtora de cana-de-açúcar. Procurado pela Agência Estado, o Ministério da Fazenda informou que ainda não há decisão formal sobre as tarifas. É consenso no mercado que a possibilidade de importações não significa que haverá enxurrada de etanol americano no Brasil. "Trata-se de um problema pontual", argumenta uma fonte.
Para Borges, o Brasil poderia importar dos Estados Unidos um volume de até 1 bilhão de litros e assim suprir eventuais necessidades durante a entressafra. O período em que a importação é viável será curto, de acordo com Borges. "As importações devem ocorrer entre janeiro e abril, no máximo. Depois os preços internos voltarão a cair no Brasil e esta janela de oportunidade vai sumir." Há no mercado rumores de que algumas empresas estão sondando produtores americanos, mas não há negócios fechados por enquanto.
Desde o início de outubro, o etanol anidro vem sendo comercializado pelas usinas de São Paulo a valores acima de R$ 1 por litro, sem impostos. Na última semana, atingiu R$ 1,2892, valor 65% superior ao do mesmo período do ano passado e, sem correção, recorde na série histórica compilada pelo Cepea/Esalq. A alta na última semana indica que a redução do porcentual de anidro na gasolina, decidida no início da semana passada, ainda não surtiu efeito.
Veículo: O Estado de S. Paulo
Publicado em: 21/01/2010
Dois encontros para contadores fazem parte da programação de capacitação do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Mato Grosso (OCB/MT), no mês de fevereiro. A primeira será no dia 8, com representantes do Ramo Agropecuário. O objetivo é atualizar e discutir as mudanças contábeis, fiscal e tributária referente às alterações ocorridas na legislação no que tange a aplicabilidade das normas.
Já no dia 9, as discussões serão direcionadas aos ramos: Consumo, Educacional, Habitacional, Infraestrutura, Mineral, Produção, Saúde, Trabalho e Transporte. A programação inclui aspectos contábeis – alterações introduzidas pela Lei 11.638/2007 e alteradas pela Lei 11 941/2009 - Aplicabilidade dos Pronunciamentos Contábeis referentes a redução ao valor recuperável de ativos; Ativo Intangível; Operações de Arrendamento Mercantil; Subvenções Governamentais; Ajuste e Valor Presente; Avaliação dos Estoques; Custo de Empréstimos; Provisões e Contingências; Novas Demonstrações Financeiras.
O curso será ministrado pelo consultor tributário, José Aparecido Moreno dos Santos, na sede da OCB/MT.
O Brasil importou menos trigo em 2009. Números fechados pelo Ministério da Agricultura, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), mostram importação de 5,445 milhões de toneladas do grão nos 12 meses do ano passado, ante 6,032 milhões de toneladas em 2008. Os gastos somaram US$ 1,2 bilhão. Em 2008, quando os preços estavam mais altos no mercado internacional, a importação custou à indústria US$ 1,8 bilhão (preços FOB, sem considerar impostos, taxas e frete).
A Argentina continuou liderando o fornecimento em 2009, mas vendeu 1 milhão de toneladas a menos que em 2008. Foram 3,215 milhões de toneladas no ano passado ante 4,234 milhões de toneladas em 2008. Com a menor oferta de trigo argentino ao longo do ano, outros países embarcaram mais para o Brasil, principalmente o Uruguai, de onde vieram 863 mil de toneladas, ante 91 mil toneladas no ano anterior. O Paraguai embarcou 820 mil toneladas, contra 527 mil toneladas em 2008. Canadá e Estados Unidos também foram fornecedores, com 302 mil toneladas e 218 mil toneladas, respectivamente.
As exportações somaram no ano 384 mil toneladas, abaixo das 640 mil toneladas do ano anterior. Estados Unidos e países da África foram os principais destinos do cereal brasileiro. Por enquanto, os embarques de trigo, resultado dos leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), são incipientes. Em dezembro, as exportações somaram apenas 180 toneladas, a maior parte para o Japão.
Os moinhos brasileiros têm estoques de trigo suficientes para moagem até meados de março, segundo participantes do mercado. Muitos têm a receber trigo importado da Argentina e alguns começam a olhar o mercado americano, potencial fornecedor da matéria-prima. No mercado interno, não há comercialização de trigo fora dos leilões de PEP. Na semana passada foram negociadas 247 mil toneladas das 474 mil toneladas ofertadas em nove Estados. No leilão destinado exclusivamente ao mercado interno, com oferta de 224 mil toneladas, foram arrematadas 163,8 mil toneladas. A demanda foi maior no Paraná, onde saíram 91 mil toneladas das 110 mil toneladas, e no Rio Grande do Sul, com negociação de 64,8 mil toneladas das 70 mil toneladas ofertadas.
No leilão no qual a subvenção é dada para escoamento do trigo do Sul para o Norte e o Nordeste e/ou o mercado externo, a demanda foi para 83.170 toneladas das 250 mil toneladas ofertadas. Houve interesse por 25 mil das 80 mil toneladas de trigo do Paraná, 49 mil toneladas das 150 mil toneladas de trigo gaúcho e 9 mil toneladas das 20 mil toneladas de trigo de São Paulo.
O governo já confirmou novo leilão para amanhã, com oferta de 474 mil toneladas. (Estado de S. Paulo )
O Brasil é recordista mundial no recolhimento de embalagens de agrotóxicos. Nos últimos sete anos, foram mais de 136 mil toneladas. No ano passado, o retorno chegou a 90%, índice superior a outros países com programas semelhantes. Canadá, Estados Unidos e Japão, por exemplo, registram taxas que ficam em torno de 20% a 30%. Mato Grosso é o estado que mais recolhe as embalagens vazias descartadas no País: 24%. Logo em seguida vêm Paraná e Goiás, com 16%, e São Paulo, que, até novembro de 2009, alcançou 12% de representatividade.
A prática é obrigatória desde 2002, pelo Decreto Nº 4.074 que determinou a responsabilidade compartilhada entre agricultores, canais de distribuição, indústria e poder público. Cada elo da cadeia tem uma função no processo. De acordo com a regra, o produtor deve fazer a tríplice lavagem e perfurar a embalagem para evitar a reutilização. Esse recipiente pode ficar armazenado na propriedade por até um ano e o proprietário tem que devolvê-lo e guardar o comprovante por mais um ano para fins de fiscalização.
Antes da legislação, as embalagens eram enterradas, queimadas ou jogadas em rios. Essas práticas são nocivas ao meio ambiente e à saúde dos animais e dos seres humanos. O agricultor consciente desses perigos segue as novas regras com boa vontade.
As revendas, as cooperativas e os distribuidores são obrigados a colocar, na nota fiscal, o local de recebimento dessas embalagens, neste caso, as centrais e postos. A indústria fabricante recolhe e dá destinação ao material.
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) é uma das instituições parceiras do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev) e estimula a coleta de embalagens vazias de agrotóxicos nas cooperativas do país por meio de cartilhas que conscientizam o produtor rural para não reutilizarem as embalagens de agrotóxicos e reforçam a importância de preservação do meio ambiente. Mais informações no site http://www.inpev.org.br/. (Com informações do Mapa)
"Nesta terça-feira (19/1), o município de Nova Petrópolis conquistou o título de Capital Nacional do Cooperativismo, por meio da Lei Ordinária nº 12.205, de 19 janeiro de 2010, provinda do Projeto de Lei (PL) 1536/2007 (ou PLC 80/2009), de autoria do deputado federal Pepe Vargas, membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Berço do cooperativismo de crédito no Brasil, Nova Petrópolis justifica a conquista pelo valor histórico da cidade, que foi sede da primeira cooperativa de crédito da América Latina, a Sicredi Pioneira.
Conhecida atualmente como Cooperativa de Crédito Caixa Rural, a Sicredi Pioneira nasceu na região da Linha Imperial, no interior da cidade, a partir da iniciativa do Padre Theodor Amstad. Imigrante alemão, Theodor fundou um sistema de crédito rural que visava o progresso da região, baseado nas cooperativas de crédito existentes da Europa. Rapidamente outras regiões do Estado aderiram ao modelo, criando uma imensa rede de cooperativas.
Nova Petrópolis também agrega o primeiro monumento do cooperativismo do mundo. Erguido quatro anos após a morte de Padre Amstad, o monumento foi inaugurado em sua homenagem, no ano de 1942, o monumento atualmente está instalado no interior da igreja central da cidade.
O presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas (OCB/AM), Petrúcio Magalhães Júnior, e a secretária adjunta da Frente Parlamentar Cooperativista Nacional (Frencoop), deputada federal Rebecca Garcia (PP), estiveram nesta segunda-feira (18/1) reunidos com o secretário estadual de Saúde, Agnaldo Costa, para solicitar uma maior participação das cooperativas de trabalhadores no sistema de saúde do Estado.
Participaram também da reunião, a presidente da Cooperativa União dos Enfermeiros do Amazonas (Unienfa), Izabela Aquino de Holanda, e o presidente da Cooperativa de Farmacêuticos do Estado do Amazonas (Unifarma), Eruszamaro Alves da Conceição.
“Aproveitamos para agradecer ao governo do Estado que tem renovado o contrato com cooperativas que atuam na área de saúde e, inclusive, reajustando o valor de alguns contratos”, destacou o presidente da OCB/AM, Petrúcio Júnior. Ele explicou que a atuação das cooperativas na área de saúde vai além de alguns serviços de urgência e emergência e que o processo de licitação é uma grande oportunidade e por essa razão as cooperativas devem participar da concorrência.
A deputada Rebeca Garcia concorda que o processo licitatório é uma grande chance para que as cooperativas possam fazer parte da política de terceirização de alguns serviços hospitalares no Amazonas.
O secretário de Saúde confirmou que o governo do Estado vai realizar licitação para contratação de empresas prestadoras de serviços nas áreas de urgência e emergência, laboratórios e enfermagem para compor o quadro de empregados. O secretário explicou, ainda, que a legislação que rege o Sistema Único de Saúde (SUS) é benéfico para as cooperativas, o que lhes assegura boas chances nos processos de liticação. (Fonte: OCB/AM)
"Falecimento - É com profundo pesar que a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) comunicam o falecimento do presidente do Sistema OCB-Sescoop/PA, Erivaldo Araújo, nesta terça-feira (19/1), em Belém (PA). Médico e cooperativista, Araújo foi um líder que contribuiu de forma decisiva para o fortalecimento do setor no País.
"Valorizar e dar visibilidade às ações de responsabilidade socioambiental junto a agentes multiplicadores, agricultores, trabalhadores rurais e suas famílias, que contribuem para a adoção das Boas Práticas Agrícolas. A iniciativa é da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), com o apoio do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev), da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav).
O Prêmio Mérito Fitossanitário é o reconhecimento das ações de responsabilidade social e ambiental das indústrias de defensivos agrícolas, cooperativas e outros canais de distribuição, centrais de
recebimento de embalagens vazias e seus profissionais que se destacam nas iniciativas de educação e treinamento do homem do campo, buscando promover o “desenvolvimento rural e agrícola sustentável”, de acordo com o Capítulo 14 da Agenda 21.
O prazo de entrega dos trabalhos é 31 de março de 2010 na sede da OCB, em Brasília. Confira aqui as regras de participação.
"Nesta segunda-feira (19/1), a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) realizou audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), com organizações da sociedade civil para debater o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNH-3). Além de parlamentares, estiveram presentes na reunião pessoas ligadas a entidades da sociedade civil.
Gilson Cardoso, representante do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), afirmou que o Plano é um avanço, pois sai de uma visão limitada para “uma nova cultura de visibilidade e universalidade” do tema, além de representar, segundo ele, uma política de Estado, e não apenas de governo. Cardoso lembrou que o programa foi o resultado de discussões envolvendo 31 ministérios ao longo de dois anos, com a participação de cerca de 50 mil pessoas.
Já o representante do Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos (FENDH), Alexandre Ciconello, argumentou que não há nenhum “ranço esquerdista” no plano, ao contrário do que alegam os críticos da proposta. “Queremos que ele seja implementado efetivamente”, ressaltou.
Para Sílvia Camurça, representante do Conjunto de Organizações de Direitos de Mulheres, disse que as críticas ao programa representam “um ranço contra as instâncias da democracia participativa para a formulação de políticas públicas”. Segundo Sílvia, defender o plano significa “afirmar que as pessoas comuns têm legitimidade para debater e elaborar políticas de Estado”.
Integrante da ONG Plataforma Brasileira de Direitos Humanos (Dhesca), Sérgio Sauer sublinhou aos críticos do programa que o plano não traz nenhuma proposta diferente das que já estão em debate no Congresso. Adiante, afirmou estranhar a alegação de proprietários rurais, que defendiam revisão dos índices de produtividade para desapropriação seria inconstitucional. Ele lembrou que a Constituição já prevê o respeito à função social da terra.
O presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado, disse que as críticas partem de setores conservadores. Segundo o deputado, que é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), “o programa tem sido alvo dos mais duros ataques desses setores, com o aval de parte dos meios de comunicação. As críticas ao plano têm ignorado o seu caráter propositivo. O texto esteve sob consulta pública e disponível à apreciação crítica da sociedade e da imprensa durante quase um ano", afirmou.
Os deputados Luiz Couto, Pedro Wilson e Domingos Dutra, membros da Frente Parlamentar do Cooperativismo e integrantes da CDHM, estiveram presentes na reunião e defenderam a idéia do programa. Pedro Wilson, inclusive, ressaltou que os críticos da proposta têm o direito de defender as suas posições, mas que muita gente está analisando o plano sem conhecê-lo.
Foi enfatizado que o objetivo da Comissão é realizar mais reuniões nas próximas semanas para aprofundar o debate sobre o PNDH-3. O programa, lançado em decreto do presidente Lula, prevê diversas medidas consideradas polêmicas, como a abertura dos arquivos do regime militar (1964-1985), o fortalecimento da reforma agrária e a prioridade para a aplicação de penas alternativas no sistema penitenciário. (Fonte: Agência Câmara)
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